Inglês: a chave para quem quer se especializar em inteligência artificial

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A inteligência artificial deixou de ser uma promessa e se tornou realidade em setores que vão da indústria à saúde. Segundo estudo recente da Market Data Forecast, o mercado de IA na América Latina cresceu de US$ 21,56 bilhões em 2024, com projeção de atingir US$ 368,24 bilhões até 2033.

No Brasil, o governo lançou, no segundo semestre do ano passado, o Plano IA para o Bem de Todos (PBIA), uma iniciativa que promete transformar o país em referência mundial no desenvolvimento e uso de inteligência artificial. O programa conta com um orçamento superior a R$ 23 bilhões e está organizado em cinco eixos estratégicos, com 54 iniciativas previstas até 2028.

A proposta é acelerar a inovação tecnológica no país, priorizando ações que unam desenvolvimento econômico, inclusão social e sustentabilidade. Para quem deseja atuar nesse mercado em expansão, o inglês se torna ferramenta de trabalho diária, tão essencial quanto saber programar.

Dominar o inglês torna-se condição indispensável: frameworks, artigos científicos e conferências internacionais que moldam a área estão majoritariamente no idioma. Divulgação

Grande parte das ferramentas (frameworks) usadas para desenvolver modelos de IA, assim como os artigos científicos publicados em conferências internacionais que apresentam novas descobertas e algoritmos, estão disponíveis apenas em inglês. Dominar o idioma, portanto, é pré-requisito para acompanhar a evolução acelerada da área.

Expressões que já fazem parte do vocabulário de quem desenvolve inteligência artificial:

  • Machine learning: aprendizagem de máquina, base de muitos sistemas de IA.
  • Neural networks: redes neurais, que simulam o funcionamento do cérebro humano.
  • Natural language processing (NLP): processamento de linguagem natural, área que permite a IA compreender e gerar texto.
  • Training data: conjunto de dados utilizado para treinar algoritmos.
  • Prompt engineering: engenharia de prompts, técnica emergente fundamental para moldar a resposta de modelos de linguagem.

“Para quem vai desenvolver IA, o inglês não é opcional. É o idioma das principais conferências, artigos científicos, comunidades de programadores e até mesmo da nomenclatura técnica usada no dia a dia. Nossa missão na KNN é capacitar profissionais com um aprendizado eficaz, que os prepare para usar o idioma como ferramenta de inovação”, afirma Reginaldo Kaeneêne Santos, CEO da KNN Idiomas.

Com mais de 1 milhão de alunos atendidos e presença em todos os estados brasileiros, a KNN oferece cursos de inglês desenvolvidos especialmente para falantes de português, garantindo fluência na comunicação e segurança para atuar em áreas estratégicas como ciência de dados, engenharia de software e inteligência artificial.

“Estamos diante de um mercado em plena expansão. Para que os profissionais brasileiros ocupem esse espaço, é fundamental falar inglês, que é a língua dos negócios, da pesquisa e da tecnologia. Na KNN, nosso papel é preparar essas pessoas para que possam competir de igual para igual em um cenário cada vez mais globalizado”, finaliza Reginaldo Knn.

Sobre a KNN Idiomas

Fundada em 2012, a KNN Idiomas já atendeu mais de um milhão de alunos no Brasil e está presente em todos os estados brasileiros. É uma das 50 maiores franquias do Brasil, segundo ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e é referência no ensino de inglês no país, além de ofertar outros quatro idiomas: espanhol, francês, alemão e italiano. É conhecida por seu método próprio de ensino, desenvolvido especialmente para quem fala português.

Mais informações: www.knnidiomas.com.br 

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