A Breton é patrocinadora oficial da 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB), que acontece de 25 de março a 30 de abril, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Na mostra, a marca apresenta dois espaços proprietários — o Breton Café Vista, assinado por Fernanda Marques, e o Restaurante Biomas Breton, com projeto da Cité Arquitetura — além de marcar presença em outros nove ambientes, entre eles os de Gabriel Rosa, Tuane Costa e Fernanda Rubatino, com mobiliário especificado pelos próprios profissionais.
A participação evidencia a versatilidade da Breton ao dialogar com diferentes linguagens da arquitetura contemporânea e reforça um movimento consistente de expansão para além do residencial, com atuação cada vez mais presente no universo da hospitalidade.

“Mais do que levar mobiliário para novos contextos, buscamos construir experiências completas, onde conforto, permanência e qualidade sensorial são protagonistas. É um olhar mais amplo sobre o morar e suas extensões”, afirma Daniel Pegoraro, diretor de Estilo, Imagem e Produto da marca.
Na Bienal, os ambientes apresentados traduzem diferentes formas de viver o espaço, sempre com o design e a experiência no centro. A Breton reafirma, assim, seu compromisso com uma arquitetura que acolhe, convida ao encontro e valoriza a relação das pessoas com os espaços que ocupam, seja em contextos residenciais, comerciais ou institucionais.
Mais do que presença, a participação reflete um posicionamento claro: apoiar, valorizar e dar visibilidade à arquitetura e ao design brasileiros, conectando profissionais, repertórios e novas formas de habitar. Ao integrar a primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira, a Breton reforça seu papel como agente ativo na construção e projeção do setor no país.
Breton Café Vista, por Fernanda Marques
O Breton Café Vista nasce como um espaço sensorial, onde arquitetura, arte e design se encontram de forma integrada. Inspirada na obra Desvio para o Vermelho, de Cildo Meireles, Fernanda Marques cria um ambiente imersivo, onde a cor deixa de ser apenas um elemento estético e passa a atuar como atmosfera, intensificando a experiência do encontro e ativando os sentidos.

O projeto traduz a parceria longeva entre Fernanda Marques e a Breton, que ao longo dos anos deu origem a peças icônicas como a cadeira e a poltrona Maxx, o sofá Enseada, a mesa de centro Ilha e o buffet Golden Cabinet. No espaço, essa relação se materializa de forma natural, onde arquitetura e design se encontram com consistência e identidade. O tapete, também desenhado por Fernanda, reforça essa construção autoral e amplia a unidade do ambiente, evidenciando uma linguagem construída em conjunto, na qual cada elemento carrega intenção, estética e conforto.
Pensado como um lugar de permanência, o café propõe uma experiência que vai além do uso, convidando o visitante a desacelerar, observar e se envolver com o espaço de forma mais sensível.
Restaurante Biomas Breton, por Cité Arquitetura
O Restaurante Biomas Breton foi concebido como uma experiência que conecta arquitetura, paisagem e cultura brasileira. Assinado pela Cité Arquitetura, o projeto parte da interpretação de dois biomas fundamentais do país, Caatinga e Amazônia, traduzidos de forma sensorial e não literal.

Com dois salões distintos, o espaço propõe experiências complementares. No ambiente dedicado à Caatinga, a atmosfera é mais seca, quente e introspectiva, com elementos que evocam a relação com a terra, a resistência e o essencial. Já o salão inspirado na Amazônia apresenta uma leitura mais densa e envolvente, marcada pela sensação de abundância, vitalidade e presença.

A escolha pelos mobiliários Breton acompanha essa narrativa, com uma curadoria pensada para reforçar o conforto, a funcionalidade e a permanência, aspectos fundamentais em espaços de hospitalidade. O mobiliário atua como elemento de conexão entre os ambientes, contribuindo para a construção de experiências acolhedoras e coerentes com o conceito do projeto.
“Eu não queria nada muito literal. A ideia era trabalhar com sensações”, comenta Celso Rayol, diretor criativo da Cité.
Loft da Escritora, por Gabriel Rosa
No espaço Loft da Escritora, assinado por Gabriel Rosa na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira, a Breton marca presença em um ambiente que vai além da materialidade e se constrói a partir de narrativa, memória e sensibilidade.
Inspirado na obra e na trajetória de Carolina Maria de Jesus, o projeto propõe uma releitura do espaço como lugar de origem, onde a escrita nasce, o pensamento se organiza e a vida se transforma em palavra. Nesse contexto, o mobiliário não ocupa o ambiente como elemento isolado, mas integra a atmosfera de forma sutil, contribuindo para a construção dessa experiência.

É nesse cenário que Gabriel apresenta a poltrona Ondira, lançamento desenvolvido para a Breton. A peça nasce de um gesto contínuo, inspirado na fluidez das ondas, e se traduz em curvas que evocam movimento e acolhimento. Mais do que uma leitura estética, a Ondira propõe uma experiência sensorial, com um desenho que convida, envolve e cria uma sensação quase instintiva de conforto.
O ambiente também conta com o sofá Landscape, assinado por Fernanda Marques para a Breton, que complementa a proposta ao reforçar o conforto e a permanência no espaço, em diálogo com a narrativa construída pelo arquiteto.
A presença da Breton no espaço reforça sua conexão com profissionais que utilizam o design como linguagem e ferramenta de expressão. Ao integrar peças autorais em contextos que exploram diferentes camadas do habitar, a marca amplia seu papel para além do produto e participa ativamente da construção de narrativas que atravessam arquitetura, cultura e comportamento.
Breton na BAB
A Breton também está presente em outros espaços da mostra, evidenciando sua versatilidade de estilos e propostas. Entre eles estão o Caminho dos Rios, por Studio Tuca, de Tuane Costa; Casa Empate Mulheres Seringueiras, por Marlúcia Cândida e Marcelo Rosenbaum; Casa Pernambuco, por Thayná Padilha; Casa da Terra para Sebastião Salgado, por Fernanda Rubatino; Casa Território, onde o rio, o céu e o lavrado habitam, por Rayresson Rocha; e o Lounge CasaShopping, por Paula Martins.
Sobre a Breton
Em quase seis décadas desde a sua fundação, a marca de mobiliários e objetos de alto padrão Breton vem construindo um legado de defesa ao design autoral, a valorização da artesania brasileira e as práticas positivas ao meio ambiente. Defendendo a riqueza cultural do país e atenta aos grandes nomes do design nacional, apostando também em jovens talentos, a Breton assume o compromisso de ir além da estética de seus produtos.
Na terceira geração familiar, André Rivkind segue à frente das operações, como CEO da marca. Atualmente, com 21 lojas espalhadas pelo Brasil, os planos de expansão seguem, com três novas aberturas previstas em 2026. Completando, este ano, 10 anos da criação do programa EcoBreton, a empresa tornou as práticas, iniciativas e projetos voltados ao meio ambiente, intrínsecos em seu DNA, desde o projeto fabril à toda a rede de lojas, tudo, com medição e reflexão sobre os possíveis impactos gerados.
Desde 2020, quatro anos após a criação do EcoBreton, a empresa passou a compensar 100% de suas emissões de CO². E, a partir de 2022, deram um passo além: passaram a compensar mais do que geravam, tornando-se de fato uma marca Carbono Negativo. Sendo a única do mundo no setor a conquistar o reconhecimento como carbono negativo pelo terceiro ano seguido. A avaliação das emissões de gases do efeito estufa (GEE) da Breton é anualmente realizada pela The Planet, que realiza um inventário preciso do carbono emitido pela marca, seguindo os padrões do GHG Protocol Corporate Standard e a norma 14064-1.
SOBRE A BAB
A BAB (Bienal de Arquitetura Brasileira) é um evento cultural que celebra a produção arquitetônica nacional, aproximando a arquitetura da vida real. Ela nasce com o propósito de democratizar o acesso à arquitetura no Brasil, apresentando-a como uma ferramenta prática, cultural e sensível para transformar o cotidiano.
Criada em São Paulo e feita para todo o Brasil, a BAB é mais do que uma mostra, ela será uma experiência imersiva e educativa, reunindo diferentes vozes, territórios e formas de habitar, com espaços que misturam ambientações reais, ativações sensoriais, exposições de marcas e novos talentos.

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