Museu de Arte abre exposições voltadas para a conscientização ambiental

Compartilhe esta notícia:

A abertura da 3ª Temporada de Exposições do Museu de Arte de Blumenau (MAB), na noite de quinta-feira, dia 2, proporcionou momentos especiais com música eletrônica, confraternização, conversa direto com os artistas e obras de qualidade. Além das exposições selecionadas por edital, o público contemplou pela segunda vez o Texneo Novum Festival, consolidando mais uma vez essa parceria que aproxima arte, tecnologia, natureza e inovação. O período de visitas vai até 23 de agosto, de terça-feira a domingo, das 10h às 16h. A entrada é gratuita.

O secretário municipal de Cultura e Relações Institucionais (SMC), Sylvio Zimmermann, recepcionou público e artistas no cerimonial de abertura das exposições caracterizadas pela temática Arte, Natureza e Futuro: tramas para um mundo em transformação. “A noite foi marcada por um clima de alegria e descontração em meio à força das artes plásticas e o grande Texneo Novum Festival, que trouxe muita tecnologia e criatividade para o público”, destacou.

Com curadoria de Anna Moraes e direção geral de Tailor Morais, o Texneo Novum Festival apresenta o conceito Tecido Futuro, propondo uma reflexão sobre os modos como as pessoas constroem o futuro em um mundo marcado por profundas transformações tecnológicas, ambientais e sociais. Trabalhos de artistas nacionais e internacionais transformam o MAB no espaço de encontro entre criatividade, pensamento crítico e novas linguagens visuais.

Outro destaque da temporada é a exposição Mar de Esperança, da artista Monica Batitucci, que leva o público a refletir sobre a importância dos oceanos para a manutenção da vida no planeta. Ao utilizar diferentes técnicas e suportes, a artista aborda os impactos da poluição e das mudanças climáticas, conduzindo o visitante por uma narrativa que transita entre o alerta ambiental e a esperança de transformação.

Para fechar o roteiro, a artista Marion De Martino apresenta Mulheres Eubalaenas, exposição de esculturas cerâmicas e videoarte inspiradas na cultura das rendeiras da Ilha de Santa Catarina e na preservação da baleia-franca-austral. A mostra estabelece conexões entre patrimônio imaterial, biodiversidade, ancestralidade feminina e cultura oceânica, incorporando recursos de acessibilidade que ampliam a experiência dos visitantes. 

Para a gerente do MAB, Mia Ávila, mais do que abrir uma nova temporada de exposições, o museu dá espaço para novos olhares e novas formas de perceber o mundo. “Cada mostra convida o público a desacelerar, observar, sentir e refletir sobre o tempo em que vivemos e sobre o futuro que desejamos construir”, mencionou. “É uma temporada para ser visitada mais de uma vez. A cada retorno, as obras revelam novos sentidos e novas conexões, lembrando-nos da importância de cu

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *