Antes das palavras, existem as letras. Antes de uma história ser contada, existe um nome. A partir dessa ideia, SAUER apresenta Alphabet, uma linha de 26 pendentes que transforma cada letra em um símbolo pessoal. Esculpidas em ouro 18k sobre lápis-lazúli e pontuadas por estrelas e diamantes, as letras surgem sobre a intensidade azul da pedra como pequenas constelações. Cada uma carrega uma identidade, uma memória, uma pessoa ou aquilo que escolhemos levar sempre conosco.
“Gosto da ideia de que uma letra possa se transformar em um talismã — carregando uma pessoa, uma lembrança ou um desejo. Em Alphabet, quis transformar esse gesto tão simples e universal em algo precioso e inteiramente pessoal.” conta Stephanie Wenk, diretora criativa da SAUER.


Pedra recorrente no universo da SAUER, o lápis-lazúli ocupa um lugar especial na história da marca. Seu azul profundo, atravessado por nuances naturais que evocam um céu noturno, ganha uma nova expressão íntima, gráfica e imediatamente reconhecível.
Em Alphabet, a inicial pode representar o próprio nome, um sobrenome, alguém amado, um lugar ou até mesmo uma palavra secreta. Tornando-se um elemento ornamental e se transformando em uma forma de identificação, um pequeno emblema particular.
As estrelas, outro código presente no imaginário da SAUER, aproximam Alphabet de um de seus clássicos, os pendentes Zodiac. Usados juntos, letra e signo criam uma cartografia pessoal que combinam o nome e o céu, dois sistemas ancestrais de identidade. Cada composição pode, assim, contar uma história diferente.
A coleção também nasce como um convite à composição. As letras podem ser usadas individualmente, em múltiplos, combinadas a signos, pedras e outros pendentes da SAUER, criando joias que se transformam ao longo do tempo e acompanham as histórias de quem as usa. Assim, cada composição ganha uma leitura própria, entre o nome, a memória e aquilo que escolhemos carregar conosco.
SOBRE SAUER
Fundada em 1941 no Rio de Janeiro, SAUER reafirma sua vocação em transformar matéria em linguagem e beleza em vibração contínua. Suas criações unem técnica, intuição e imaginação; um convite à percepção do belo como força em fluxo, porque na arte, como na vida, nada permanece imóvel.
Fotos: The Human Alphabet

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